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Uma experiência de aprendizado para transformar sua forma de ver o mundo

e de fazer moda com identidade e consciência socioambiental.

O QUE É?

 

O nome Ewa Poranga significa beleza, nas línguas Yoruba e Tupi Antigo, respectivamente. Somos uma escola livre de ensino de moda pluricultural. Costuramos os diversos saberes e fazeres dos povos originários na moda com corpo docentes de professores afrodescendentes, africanos e indígenas brasileiros e latino americanos. 

COMO?

 

Nossas atividades acontecem em formato EAD com encontros híbridos: online/presencial, teórico/prático, estimulando as conexões Sul-Sul entre saberes africanos, ameríndios e asiáticos.

PARA QUEM É?

 

Artevistas, curiosos, amantes da diversidade cultural brasileira, agentes criativos, líderes de novos modos operacionais, pesquisadores de ação, designers e criadores de novos mundos, artistas regionais e globais, comunicólogos engajados, educadores transgressores e inquietos, pessoas interessadas em desenvolver experiências inesperadas, significativas, libertárias, engajados na combate a desigualdade através da arte e da cultura.

Formamos pessoas livres do pensamento eurocentrado, com olhares ampliados para a criação de moda autenticamente brasileira, que agem através de ecossistemas de troca de conhecimento com impacto social em equilíbrio com o planeta.

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Seja um apoiador da educação pluricultural de moda! Faça esta escola florescer ainda mais. Como?

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SEMENTE

Seja um aluno da escola. Nossos aprendizes são sementes de transformação que agem dentro de uma comunidade de troca de saberes contínuos a partir da inscrição na escola. 

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ANINHAMENTO

Seja um padrinho ou madrinha de um aluno. Você poderá contribuir aninhando uma semente que não tem condições financeiras de se matricular na escola. As sementes aninhadas serão indígenas, negros, pessoas periféricas.

Faça sua contribuição e dividiremos entre nossas sementes que estão à espera de um aninhamento

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SOLO FÉRTIL

Ajude a construir a 1ª escola de moda pluricultural.
Sua contribuição irá viabilizar:


Nossos cursos
Nossas rodas de conversa:
ciclos de debates públicos, abertos e gratuitos ao grande público.
Produção de materiais didáticos para o ensino da moda pluricultural.
Fomentando o ecossistemas de inovação produzidos por nossas sementes. Estas iniciativas visam apresentar soluções para problemas do mercado e/ou sociedade, apresentando materiais e pesquisas de inovação que alimentem a criação de uma nova realidade no grande mercado de moda.

O QUE DIZEM OS QUE JÁ FAZEM PARTE DESTA TRANSFORMAÇÃO

“Eu sempre busquei entender a moda brasileira. E hoje fica claro porque não conseguia formar uma opinião, porque nossos professores e ensino de moda criam uma estrutura para não vermos quem nós somos. Eu não me entendia dentro do oficio que eu queria fazer...Nos cursos eu encontrei pela primeira vez uma professora embasando o que seria a moda brasileira e o quanto isso tem a ver com a luta antirracista, porque somos todos racistas e não nos reconhecemos e então nossos ofícios, marcas e empresas não refletem a nossa realidade. Compreender isso me abriu portas para eu construir uma narrativa dentro da @tcha______ porque eu encontrei conteúdos que realmente respondiam o que é moda brasileira. Isso para mim foi revolucionário.”

Bruna Valente 
Designer fundadora da Marca @tcha______

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“Conheci Julia Vidal em 2016, quando comprei seu livro. E para mim foi quando comecei a ter as referências certas na moda, eu compreendi que esta era a moda que eu estava procurando, através do curso de estamparia eu criei a linha Ayo, Prosperidade, e consegui usar melhor as cores e as técnicas afro-indígenas na criação de estampas. Os cursos estão sempre fertilizando meu caminho. Ter a referência da Julia, como uma mulher afro-indígena, criando cursos que apresentam o que eu sempre quis saber, me fez entender porque eu nunca consegui fazer uma faculdade de moda, porque as minhas referências precisam ser reais e agora estou tendo esta oportunidade de estudo.”

Karine
Designer fundadora da Marca Negrita Modas 

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“Este trabalho me faz acreditar em uma moda mais diversa, brasileira e consciente, porque ele transcende a roupa e muda vidas, mudando essas vidas a gente muda uma sociedade.”

Letícia Tosta
estudante de moda Senai Cetiqt

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QUEM SOU EU?

Sou uma contadora de histórias não contadas pela moda brasileira. Há 17 anos criei minha 1ª marca de moda porque a moda que encontrava não me representava. Junto com outros designers e estilistas que fazem a moda afro-brasileira e indígena, não encontrei esta representatividade na dita moda brasileira. Buscando estabelecer pontes e reconectar pessoas com suas próprias histórias, desenhei coleções e figurinos apresentados em palcos e eventos nacionais e internacionais. Para pensar e fazer moda brasileira não encontrei bibliografias nem mesmo cursos que apresentassem uma moda recheada de pluralidade... sempre me disseram que o consumidor não se interessava pela “moda étnica”, que moda brasileira não tinha nada a ver com “as indumentárias” da moda afro-brasileira/indígena/pluricultural. Eu me cansei de procurar e resolvi usar a minha pesquisa e criatividade para contar histórias apagadas pela moda brasileira, escrevendo livros e cursos de moda pluricultural, inclusiva e sustentável.

Sou designer de moda, educadora e pesquisadora especializada nas etnias culturais brasileiras. Pós Graduada em História – África Brasil, laços e diferenças, mestra em Relações étnicorraciais, gestora da Julia Vidal .: Etnias Culturais, e tenho como propósito desenvolver marcas de moda e educação que valorizam a diversidade cultural brasileira e idealizadora da Escola de Moda Pluricultural, Ewa Poranga. 

Hoje são 4 livros lançados, o primeiro deles é recordista de vendas com 2 edições esgotadas no mercado, os conteúdos e cursos foram para o SPFW e para  Istituto Europeo di Design. “O Brasil não conhece o Brasil”* e pior, ainda tem preconceito de ser brasileiro, porém o que quase ninguém sabe que a moda mais vendida internacionalmente, é a moda indígena brasileira, àquela que vocês conhecem como moda praia brasileira e que bebe na fonte de modelagens e na forma de ser e de viver indígena, o que chamam de “life style brasileiro”.

Depois de alguns prêmios ganhos pela inovação do trabalho, como o Economia Criativa do MINC e o reconhecimento internacional "Empresas inspiradoras ao redor do mundo" pela Shell Live Wire, quero dividir este caminho que transformou a escassez de informação e de identidade em oportunidade e abundância!

 Convido você a conhecer a verdadeira identidade brasileira se conectando com consumidores brasileiros e histórias não contadas através da Ewa Poranga.

 

*palavras de Aldir Blanc

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